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O bônus do curso é: me sentir capaz de criar Pães e perder o medo de errar.

Sou Eliana Matos, aposentei-me há dois anos, moro em Vinhedo, interior de São Paulo. Com a pandemia, sem empregada e com os filhos e marido em casa, passei a descobrir os prazeres das tarefas domésticas, algo que nunca pensei qúe apreciaria. 

Um dia, vi o anúncio da Nanda, convidando a aprender a fazer o melhor pão do mundo. Meus olhos brilharam. O melhor pão do mundo? Humm, isso parece ser muito bom!, pensei. 

Abracei a ideia, fiz o evento, consegui fazer o levain e o pão de panela. Eu, que nunca tinha feito pão na vida, e guardava distância de qualquer receita que tivesse que amassar algo.

Claro que me inscrevi no curso, que é muito bem elaborado. Ainda sou novata, mas em casa já comemos os pães que passei a fazer, e até pizza, algo que nunca imaginei conseguir.

É muito gratificante ver minha família se alimentando de pães que saem de minhas mãos, do zero. E a cada dia alguém vem com um pedido diferente…

O bônus desse processo de sentir-me capaz de criar pães é que perdi o medo de errar. Fiquei mais valente, mais autoconfiante para encarar desafios. Panifiquei-me.

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