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Fiz Pães por muitos anos, mas eles não eram bons. Depois da Fermentação natural faço Pães maravilhosos.

Eu me chamo Isabella Irlandini, tenho 55 anos e moro em Florianópolis. Eu sou artista e professora. Trabalho com teatro, artes manuais e adoro cozinhar. 
O fazer pão faz  parte da minha vida há mais de 30 anos. Uma vez eu fui fazer um curso de teatro na Dinamarca com pessoas de vários lugares do mundo, e aprendi a fazer pão com uma dinamarquesa e a fazer pizza com uma italiana. Fiz pães por muitos anos e inclusive fazia pão com crianças bem pequenas em sala de aula.

Toda professora de maternal ou jardim de infância Waldorf faz pães com os seus alunos. E eu tenho uma longa história também com as escolas Waldorf, na qual educamos o nosso filho Gabriel que hoje tem 21 anos. Todavia, por volta de 2008 eu parei de fazer pão. Não sei o por quê. Talvez outras prioridades, mas acho que também porque o meu pão nunca foi maravilhoso. 

Quando começou a pandemia, nós, que somos de risco, nos isolamos e a padaria de pão artesanal não entregava em casa. Começamos a fazer muito pão na máquina e eu comecei a fazer fermentação em geral: chucrute, kvass, kimchi, iogurte… E acabei me interessando pelo pão de fermentação natural.

O pão de fermentação natural começou a abrir novas possibilidades de entendimento de saúde com pão. E eu decidi que eu queria aprender a fazer pão realmente bom e depois tentar adentrar o universo sem glúten com um conhecimento maior sobre o glúten.

A primeira vez que eu vi uma live da Nanda, eu fiquei curiosa por ver mais e entrei no youtube para ver outras lives dela. Eu não estava interessada em fazer pão com fermento biológico instantâneo, mas como eu ainda não tinha levain pronto e queria conhecê-la mais, fui procurar os seus vídeos de receitas. E me surpreendi porque uma das coisas que eu descobri foi que o pão de longa fermentação, mesmo usando o fermento industrializado, já melhora muito a qualidade do pão.

Foram diversos os fatores que me fizeram decidir por entrar no Panifique-se. Em primeiro lugar, eu gostei muito dos detalhes de ensinamento que a Nanda dava. As suas aulas eram bem explicativas e a cada receita eu aprendia detalhes que têm feito toda a diferença na qualidade dos meus pães.

O curso também é muito completo e eu sigo as lives toda terça-feira no youtube que são abertas, sempre com novas receitas maravilhosas. A inclusão no curso do panetone e o fato da Nanda ter estudado tanto o panetone como a pizza na Itália foram cruciais na minha decisão de fazer o curso. E eu descobri nesse pouco de tempo com a Nanda um outro padrão de cozinha, que tem a ver com uma atenção aos detalhes e precisões de medida e temperatura, que fazem com que o pão fique sempre MUITO bom. E imagino que seja o mesmo com tudo o que ela faz na cozinha.

Até então fazer pão para mim era tudo no olho e no que tinha em casa. A gente gosta muito de pão integral e de centeio aqui em casa. Se tinha sobra de aipim ou arroz na geladeira entrava também no pão e eu acertava o pão na farinha, criando muitas vezes pães que esfarelavam quando cortados.

Quando eu comecei a fazer as receitas de pão biológico da Nanda, eu comecei a entender uma série de coisas que nem podia imaginar, que são detalhes super importantes para se poder dominar o pão. Por exemplo, a diferença de se ser usar batata inglesa, aipim ou batata baroa numa massa de pão. E são diferenças muito grandes. E detalhes preciosos na hora de formatar o pão.

Alguém falou no grupo Panifique-se que tudo o que a Nanda faz é bom. Só vou discordar porque não é bom, e sim excelente. Tudo o que a Nanda faz é excelente. É muito bom. A Nanda nos dá uma qualidade altíssima de resultados. O processo permite que a gente vá entendendo o por quê, de modo a não sermos seguidoras de receitas, mas para que possamos entender e desenvolver um método.Eu estou tão feliz com o curso, que certamente farei complementações a ele, uma vez que ela os ofereça como por exemplo os pães sem glúten. No aniversário dela, ela postou um bolo de chocolate com brigadeiro de pistacchio que deixou todo mundo babando. Sei que muita gente gostaria de ter a receita. Pois eu, que nunca pensei em fazer um curso de bolos e doces, pensei, “taí, se a Nanda oferecesse um curso de bolos ou chocolateria, eu faria porque sei que aprenderia muito com ela.”

E olha que os meus bolos não são nada ruins, mas eu não tenho um conhecimento aprofundado. Eu sigo receitas e a minha experiência sem entender mais profundamente sobre os fundamentos. A  minha família está amando os pães que estão saindo do forno aqui em casa.

Infelizmente eu não tenho fotos de pães de outras épocas. Eu não fotografava os meus pães. Aliás, estou fazendo um enorme esforço para fotografar o que estou fazendo no curso, mas isso também tem sido algo bacana e novo para mim. Um dos pontos super altos no curso do Panifique-se é que ele é um curso super completo: pão de fermentação natural, pão em geral, pizza, panetone e muito mais.

Poder aprender tudo isso com alguém do nível da Nanda realmente não tem preço. Não me arrependo nem um momento de ter entrado no curso, pelo contrário. Neste momento tão sombrio que passamos, o redescobrir fazer pão tem sido uma total fonte de alegria e amor na nossa vida.

Muito grata à Nanda e toda a equipe dela que é muito atenciosa e super rápida em nos ajudar. 

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