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Depois que fiz o curso percebi que “Pão é vida, ele une as pessoas em volta da mesa.”

Me chamo Maria Alice, sou funcionária pública e moro em Niterói. Sempre gostei de fazer bolos e tinha vontade de fazer pães, por isso há uns 3 anos adquiri uma panificadora elétrica e até então estava satisfeita com os resultados, apesar de achar o processo meio monótono e o resultado muito previsível, sempre com o mesmo formato do cesto da panificadora.

Eu achei a Nanda por um caso, pesquisando por novas receitas de pão, afinal eu era super apegada ao meu inseparável manual com receitas da panificadora, e daí comecei a assistir alguns vídeos e ficar fascinada em conhecer o processo de concepção de um pão, desde a criação do levain, a partir de apenas dois ingredientes: farinha de trigo e água, o controle das inúmeras variáveis durante o processo até o resultado final.

E o legal é que esse processo envolveu toda a família. Meu marido e filha já chegavam em casa perguntando pela cultura, se estava ácida ou não… e todos permaneciam na torcida do fermento natural vingar! E eu toda boba usando meus conhecimentos recém adquiridos, falando sobre leveduras, Saccharomyces, aromas, sabores láctico e acético, e por aí vai….

E finalmente o primeiro pão foi literalmente para a lixeira, mas aquilo não me desmotivou nem um pouco, pois tinha certeza de que era questão de tempo, paciência, entender o processo e aprender a dominar algumas variáveis. Até que esse dia chegou, um pão bonito e o melhor de tudo saboroso!! A cada fornada minha família tentando discernir se o sabor do pão estava mais acético ou mais láctico, cada pão é uma novidade para nós. Afinal, cada pão é único, isto porque o levain é um ser vivo, que responde de forma diferente aos estímulos e condições que recebe e isso é notável no pão.

O mais emocionante de toda essa experiência é ouvir minha filha dizer que não sabe como será quando casar e não souber fazer esse pão. E eu respondo para ela, PANIFIQUE-SE você também, minha querida. Pão é vida! Pão une as pessoas em volta da mesa. Tenho certeza de que esse passo na minha história em fazer pães artesanais deixará uma linda memória afetiva para minha família.

Agradeço a oportunidade de me tornar membro do PANIFIQUE-SE e poder dividir não só os erros e acertos a cada fornada, mas também compartilhar histórias de vida, de mudanças de hábito, de superação e realização.

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